Ei… calma aí pessoal que o que vou contar não se passou comigo.
Aqui há uns tempos atrás estava eu sentadinho no meu sofá, sem ter nada para fazer, olho para umas revistas que a minha mãezinha costuma ter e pego numa para ler, a páginas tantas, aparece a secção das dúvidas sobre sexo. Vou lendo e rindo de uma ou outra história e eis que leio uma que merece o meu comentário, foi mais ou menos isto que li;
“Tive uma relação séria há pouco tempo que ainda durou uns anitos... eu era virgem e fiz o meu namorado esperar mais de um ano até que eu me sentisse preparada! só acabamos há 2 meses e eu sinto uma sede de novas experiências que nunca imaginei sentir...
No meio disto, a questão é que me surgiu a oportunidade de fazer algo alucinante!!!
Uma experiência nova…
Um casal convidou-me para me juntar a eles numa noite de loucura!!! E eu ainda não aceitei, mas estou inclinada para aceitar… neste momento é só estalar os dedos e sei que posso ter uma noite excitante… mas, existem muitas questões na minha cabeça e no futuro, quando voltar a ter uma relação séria, esta experiência é algo que não vou conseguir (nem quero) esconder do meu companheiro...
- Será que esse futuro namorado me pode rejeitar por ter feito isto?
- Será que, se me aceitar, um dia me vai atirar à cara o que eu já fiz e tentar induzir-me a fazer o mesmo com ele e mais uma pessoa?
- O que será que passa na cabeça dos homens quando conhecem mulheres que já tiveram esta experiência?
- E se eu e o meu ex-namorado voltássemos (sim, porque eu ainda não o esqueci...), será que ele me aceitaria sabendo que tive esta experiência enquanto estivemos separados?
Também sinto a necessidade de falar com um amigo meu sobre isto, ele é uma pessoa que me conhece, mas o probelma é que ele também é o "melhor amigo" do meu ex-namorado e eu não sei até que ponto lhe posso confiar uma assunto destes!!!
Tenho medo de deixar fugir esta oportunidade... mas tenho ainda mais medo das consequências dela...”
POR FAVOR AJUDEM-ME!!!
Ora muito bem, se esta menina me coloca o problema a mim eu respondia-lhe assim;
“De facto o teu problema é uma questão bem bicuda, neste caso uma questão com três bicos...
Bem, eu acho que três é a conta que Deus fez mas também me parece que um trio, pela sua natureza, é qualquer coisa que quase todas as pessoas querem fazer mas eu acho que poucos são os que conseguem aguentar é que para além dos evidentes membros a mais, o que só por si, já causa estranheza, há ainda o lado proibido da questão que está sempre presente, que pode dar muito “power” mas por outro lado pode cortá-lo.
Ou seja, um trio é uma situação forte do ponto de vista físico, mas também mental.
Posso esta errado, mas acho que não é aconselhável fazer trios com amigos ou namorados, a não ser que o nível de relação esteja tão madura que permita que sejam replicadas situações de intimidade do par para com outra pessoa.
É assim, há domínios que são como água e azeite… Não se misturam.
Mas isto é o que penso...
Arrumada mais esta, vamos a outra questão.
Não sei se o teu namorado (o ex ou o futuro) vai adorar a ideia.
Na realidade, ninguém sabe, porém e dada a tendência do macho português para a visão turva no que toca à sexualidade feminina, se calhar não vai bater palminhas e pedir bis… a não ser que seja com ele incluído no baralho, e aí cabe a ti decidir...
Quanto ao contares ao teu amigo (e amigo do teu ex), correndo o risco de ser injusto, no teu lugar procurava outra pessoa com quem te aconselhares. Contra mim falo, mas a lealdade masculina é um facto e existe…
Em suma, minha cara amiga, se estás solteira e queres muita coisa para lá do normal e não vês consequências de maior, aproveita então a vida e alinha com o tal casal... mas depois não te queixes se algo correr mal… Espero que estejas ciente de que uma noite (ou mais) de sexo a três, pode-te proporcionar muito prazer e tal, mas também pode ser uma má experiência que te pode marcar para toda a vida...”
Bem isto é o que eu diria a esta menina e vocês?
Sejam sinceros, deixem um comentário…
Um abraço
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
terça-feira, 25 de novembro de 2008
OS MEUS VIZINHOS GEMEM MUITO ALTO
Tenho uma vizinha podre de boa, mas que é uma histérica do caraças, quando ela está na cama com o seu “mangerico” adora fazer-se ouvir, independemente de ser segunda-feira ou sábado, uma ou três da manhã, Verão ou Inverno.
Sou acordado a meio da noite com as palavras e gemidos estridentes da safada… tipo; “isso amor, dá-me com força” ou “mete, mete, depressa mete-o todo”…
E logo eu que, quando sou acordado abruptamente tenho enorme dificuldade em voltar a adormecer. Fico ali a ouvir os dois, sim porque ele também fala e geme e diz coisas: “isso amor abre-te toda…” ou “chupa toda, isso…”
Isto com sinceridade, no início, achei piada e juro que não fiquei nada perturbado, pois não são os gemidos de duas pessoas que me tiram do sério, não sou desses que ficam excitados por ouvir terceiros a fazer sexo.
À segunda vez voltei a achar piada, mas depois já não achei…
Qual será a melhor solução?
Eu mudar de casa?
Quando me cruzar com ela digo-lhe na cara que perturba os vizinhos, principalmente a mim?
Vou lá bater á porta quando ambos estiverem no desassossego?
Que má situação a minha...
Eu até entendo que eles estão demasiado ocupados a maravilhar o mundo para se darem conta que, se calhar, o mundo não quer saber deles para nada.
Já pensei em levar este caso para ser debatido na próxima reunião de condomínio, assim como quem discute a pintura do prédio ou os canos rotos da vizinha do terceiro esquerdo.
Já que eles parecem gostar de público, exponho-os perante o público do prédio. Debater com eles um horário a partir do qual poderão gemer e relinchar. Tipo, segundas, quartas e sextas até à meia noite, terças e quintas até às 11. Sábados até às duas da manha e descansam ao domingo. Abrir o assunto à discussão dos restantes condóminos, depois colocar em acta mas não de forma ressabiada. Talvez tornar a questão tão importante como qualquer outra e fazer com que entendam que os seus esforços decorrem do bom funcionamento e aplicação de regras de conduta social.
No fundo, envergonhá-los, se conseguir…
Se nada disto resultar, vou ter ir bater à porta, com bastante força, enquanto estiverem em pleno acto. E quando abrirem, estendo-lhes duas peras. Uma para cada um.
Estas são algumas das minhas ideias, mas fico a aguardar uma ideia original da vossa parte, tanto quanto possível para fazer face a esta situação...
Muito obrigada a todos os leitores.
Um abraço
Dj Nelo
Sou acordado a meio da noite com as palavras e gemidos estridentes da safada… tipo; “isso amor, dá-me com força” ou “mete, mete, depressa mete-o todo”…
E logo eu que, quando sou acordado abruptamente tenho enorme dificuldade em voltar a adormecer. Fico ali a ouvir os dois, sim porque ele também fala e geme e diz coisas: “isso amor abre-te toda…” ou “chupa toda, isso…”
Isto com sinceridade, no início, achei piada e juro que não fiquei nada perturbado, pois não são os gemidos de duas pessoas que me tiram do sério, não sou desses que ficam excitados por ouvir terceiros a fazer sexo.
À segunda vez voltei a achar piada, mas depois já não achei…
Qual será a melhor solução?
Eu mudar de casa?
Quando me cruzar com ela digo-lhe na cara que perturba os vizinhos, principalmente a mim?
Vou lá bater á porta quando ambos estiverem no desassossego?
Que má situação a minha...
Eu até entendo que eles estão demasiado ocupados a maravilhar o mundo para se darem conta que, se calhar, o mundo não quer saber deles para nada.
Já pensei em levar este caso para ser debatido na próxima reunião de condomínio, assim como quem discute a pintura do prédio ou os canos rotos da vizinha do terceiro esquerdo.
Já que eles parecem gostar de público, exponho-os perante o público do prédio. Debater com eles um horário a partir do qual poderão gemer e relinchar. Tipo, segundas, quartas e sextas até à meia noite, terças e quintas até às 11. Sábados até às duas da manha e descansam ao domingo. Abrir o assunto à discussão dos restantes condóminos, depois colocar em acta mas não de forma ressabiada. Talvez tornar a questão tão importante como qualquer outra e fazer com que entendam que os seus esforços decorrem do bom funcionamento e aplicação de regras de conduta social.
No fundo, envergonhá-los, se conseguir…
Se nada disto resultar, vou ter ir bater à porta, com bastante força, enquanto estiverem em pleno acto. E quando abrirem, estendo-lhes duas peras. Uma para cada um.
Estas são algumas das minhas ideias, mas fico a aguardar uma ideia original da vossa parte, tanto quanto possível para fazer face a esta situação...
Muito obrigada a todos os leitores.
Um abraço
Dj Nelo
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